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Artigos

18/10/2013

Diógenes e o Cão

Diógenes e o Cão

Querido leitor, antes de ontem, quarta-feira, trouxe até você o polêmico Diógenes, filósofo da Grécia antiga com a história envolvendo Alexandre o grande. Diógenes era o filósofo que vivia em um tonel, tomava água direto da poça, como um cachorro.
Hoje, nesta oportunidade, trago outra história atribuída ao mesmo filósofo, dessa vez que procurava com uma lanterna, em plena luz do dia um homem justo. Diz essa história que um determinado dia, Diógenes avistou um rato que corria pela rua de um lado para o outro, sem direção.
Analisando e refletindo sobre aquela cena, o filósofo vê tudo aquilo como um sinal, um remédio para suas dificuldades. Chegou a essa conclusão ao ver que o rato não procurava abrigo, não temia as trevas e nem procurava nenhuma comodidade. Aquela cena o confortava e até deu força para que ele continuasse em sua trajetória em mostrar para aquela sociedade o quão preocupada estava com suas futilidades e rezas pedindo aos deuses coisas pessoais.
A história de Diógenes não para por aí. Conta-se que certo dia ele viu uma mulher suplicando aos deuses. Então, parou ao seu lado e disse: “Não achas, ó mulher, que o deus pode estar atrás de ti, pois tudo está pleno de sua presença, e que devas envergonhar-te de rogar por ele de modo indecente?”.
O filósofo Diógenes faleceu em 323 antes de Cristo. E em sua homenagem foi construída uma coluna com os dizeres, “Diógenes, O Cão”. Em seu túmulo foi escrita a seguinte frase: “O próprio bronze envelhece com o tempo, mas tua glória, Diógenes, nem toda a eternidade destruirá, pois apenas tu ensinaste aos mortais a lição da autossuficiência na vida e maneira mais fácil de viver”.
Em tempo: você conhece algum Diógenes nesses tempos ditos modernos?
Lembrando que isso é assim para mim hoje.

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